Mergulho seguro

"Não mergulhes no escuro" é  o mote da campanha de sensibilização organizada pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e pela Sociedade Portuguesa de Ortopedia com o propósito de evitar a ocorrência de acidentes de mergulho nas praias e piscinas. A iniciativa organiza-se pelo terceiro ano consecutivo com o objetivo de sensibilizar a população, em especial os mais jovens, na prevenção de traumatismos vertebro-medulares provocados por acidentes relacionados com mergulhos. Segundo dados dos últimos cinco anos, da Administração Central do Sistema de Saúde, 96% dos acidentes provocados por mergulhos ocorrem entre maio e setembro, 84% dos quais durante os três meses de Verão.


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Constrangimentos de trânsito

Já tiveram início os trabalhos da 1ª fase da obra de abastecimento de água ao sul do concelho de Abrantes, a partir da Albufeira de Castelo do Bode, tendo um prazo previsto de execução de 180 dias. A obra começa pela execução da conduta no nó junto ao açude (margem norte) e fará a ligação à conduta já existente na Av. D. João I, junto ao edifício dos Bombeiros. A intervenção vai afetar a circulação de pessoas e veículos, nomeadamente nos acessos aos estabelecimentos de ensino, sobretudo a Escola Secundária Dr. Manuel Fernandes que virá a ser mais afetada uma vez que os trabalhos tiveram início no arruamento de acesso ao açude, entrando na Rua General Humberto Delgado na presente semana, onde irá afetar sobretudo o estacionamento e condicionar o trânsito na zona da intervenção. As obras na zona da Escola Dr. Solano de Abreu já se irão desenvolver durante o período de férias escolares, de forma a minimizar os constrangimentos. No seu desenvolvimento e após a passagem pela Rua General Humberto Delgado (acesso à escola Manuel Fernandes) e pela Rua Visconde da Abrançalha (entrada principal da escola Solano de Abreu), os trabalhos continuarão pelos seguintes arruamentos: Rua das Acácias (junto à rotunda para a Encosta da Barata), Avenida 14 de Junho (parte), Rua Capitão Salgueiro Maia, Praceta Arquipélago da Madeira, Rua de Macau, Rua da Guiné-Bissau, Rua de Moçambique, Rua de São Tomé e Príncipe (Encosta da Barata) e Avenida D. João I, junto ao edifício dos bombeiros.

 
Os congestionamentos do trânsito verificar-se-ão apenas em alguns metros de cada vez, na zona da intervenção, atendendo a que a vala será aberta e coberta antes de se passar à abertura da vala seguinte. Durante toda a intervenção será acautelado o acesso às moradias e às garagens existentes, bem como a passagem de transportes públicos de passageiros e de veículos de emergência, sendo também acautelado um corredor para passagem de peões em segurança na zona onde estejam a decorrer os trabalhos. No período noturno será sempre restabelecida a normal circulação do trânsito nos arruamentos envolvidos. O estaleiro da obra ficará localizado na Rua Capitão Salgueiro Maia, na Urbanização Encosta da Barata, ocupando alguns lugares de estacionamento, não interferindo, no entanto, com a normal circulação automóvel. A obra está a cargo da firma Protecnil - Sociedade Técnica de Construções, SA., que será responsável pela instalação da sinalização temporária necessária. Os Serviços Municipalizados de Abrantes solicitam a melhor compreensão e colaboração dos moradores e entidades que irão ser de alguma forma afetadas.

Debate sobre o Tejo

A Presidente da  Câmara  promoveu no Dia Mundial do Ambiente, 5 de junho, um debate alargado às comunidades intermunicipais representativas dos municípios ribeirinhos, da Beira Baixa à Lezíria do Tejo, sobre a temática do Rio Tejo e os problemas que têm vindo a afetar a qualidade da água. Os participantes corroboraram o disgnóstico da Presidente que iniciou o debate fazendo alusão a problemas como os baixos caudais, os transvases para o sul de Espanha, as constantes descargas poluentes e as dificuldades colocadas à desova de espécies de peixes migradores. Problemas que colocam em causa o investimento público feito pelas autarquias das margens ribeirinhas, salientou Maria do Céu Albuquerque que apelou ainda à mobilização coletiva dos diversos agentes, direta ou indiretamente, ligados à gestão da bacia hidrográfica do Tejo. O debate decorreu no Parque Tejo e contou com as presenças de autarcas e de outras entidades interessadas na temática. Na plateia muitos cidadãos participaram de forma proactiva no debate. Acolheu intervenções do presidente do Movimento PROTEJO, de um representante da Agência Portuguesa do Ambiente e do investigador Bernardo Quintella da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa pertencente a uma equipa de investigadores que estudaram uma solução optimizadora para a passagem de peixes, no Açude-Ponte do rio Mondego, em Coimbra.

 
Maria do Céu Albuquerque reafirmou o compromisso para continuar a avaliar e encontrar novas soluções para o processo de monotorização da escada passa peixes, instalada no açude construído no rio Tejo. Referiu que esse trabalho é feito desde a sua construção, em colaboração com as entidades oficiais e a comunidade académica, lamentando que depois de ter sido nomeada uma comissão técnica constituída por várias entidades que tutelam o rio, as mesmas terem vindo a ser reestruturadas e renomeadas o que se traduziu, por vezes, em dificuldades acrescidas de articulação. Presentemente, a Câmara está desenvolver contactos com a comunidade científica, em concreto com a equipa de investigadores da Universidade de Lisboa presente hoje em Abrantes. A Presidente congratulou-se com a mobilização para o debate por parte das entidades presentes e da sociedade civil e salientou ser “urgente” uma nova abordagem sobre o território do Tejo “onde os diversos interesses devem ser concertados em torno dos desafios do desenvolvimento sustentável integrando as perspetivas ambiental, social e económica”.

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