• Recuperação dos frescos no museu Dom Lopo de Almeida

    Museu Dom Lopo de Almeida
    Recuperação dos Frescos

  • Exposição no Museo Ibérico

    Museu Ibérico de Arqueologia e Arte
    Exposição da Antevisão

  • Núcleo Museológico Duarte Ferreira

    Núcleo Museológico Duarte Ferreira
    Visão geral

  • Exposição no Museo Ibérico

    Museu Ibérico de Arqueologia e Arte
    Exposição da Antevisão

  • Núcleo Museológico Duarte Ferreira

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    Visão geral

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  • Núcleo Museológico Duarte Ferreira

    Núcleo Museológico Duarte Ferreira
    Pormenor

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Museu Municipal D. Lopo de Almeida

Instalado desde 1 de junho de 1921 na Igreja de St.ª Maria, no Castelo de Abrantes, na altura ainda Quartel de Artilharia N.º 8, foi o sexto museu a ser criado no país e tinha a abrangente responsabilidade da categoria de Museu Regional. Passou a ser Museu Municipal em 1994.

Aquando da sua fundação, possuía, além do atual acervo de arte sacra, arqueologia, arte e etnografia, os mais importantes e antigos documentos sobre Abrantes, que viriam a dar origem ao atual Arquivo Histórico Municipal.

Foi alvo de remodelações em 2004, tendo patente ao público, desde a sua reabertura, uma pequena exposição de arte sacra, onde se podem observar peças esculpidas em mármore ou calcário brando, entalhadas em madeira ou moldadas em terracota, que vão desde a época romana até ao século XVIII.

Para além do importante acervo apresentado ao público, o Museu beneficia do facto de estar instalado na Igreja de St.ª Maria do Castelo, Panteão da Família Almeida, com toda a riqueza arquitetónica reconhecida ao monumento. O panteão integra os seguintes túmulos: D. Diogo de Almeida e de seu filho, D. Lopo de Almeida, 1.º Conde de Abrantes, ambos em estilo gótico flamejante; D. João de Almeida, com influências manuelinas; D. António de Almeida e sua esposa, D. Joana de Meneses e ainda do seu filho, D. João de Almeida, com cantaria clássica e linhas mais sóbrias.

 
Também é digna de nota a coleção de azulejos hispano-árabes, encomendados em 1503 a uma oficina de Sevilha pelo Bispo D. Jorge de Almeida, para decoração do que era já o panteão da sua família. Em 2014, no âmbito de uma intervenção de conservação e restauro, foram descobertos frescos muito interessantes sob os azulejos.

Visitas guiadas mediante marcação.


Horário de funcionamento

Horário de verão: de 3ª feira a domingo das 10:00-12:30 e 14:00-18:30
Horário de inverno: de 3ª feira a domingo das 09:00-13:00 e 14:00-17:00

Encerra às segundas e nos feriados de dia 1 de Janeiro, 1º de Maio, dia de Natal. 
Morada: Castelo de Abrantes


Contactos
Museu D. Lopo de Almeida 
Câmara Municipal de Abrantes
Praça Raimundo Soares
2200 – 366 Abrantes 
T. 241 371 724
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Museu Ibérico de Arqueologia e Arte

Este Museu, ainda em fase de projeto, ocupará o belíssimo espaço do Convento de S.Domingos, parcialmente recuperado para a instalação da Biblioteca Municipal António Botto. Considerado um projeto estruturante para Abrantes, irá albergar a coleção de arqueologia e arte municipal, guardada e valorizada atualmente no Museu Lopo de Almeida. A esta coleção Irá ajuntar-se, o espólio de pintura contemporânea da pintora Maria Lucília Moita e parte da Coleção Arqueológica Estrada, de propriedade da Fundação Ernesto Lourenço Estrada, Filhos.
 
Apesar de não ter ainda um espaço físico, o Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes – MIAA,  conta já com 6 Antevisões com respetivos catálogos e 5 Jornadas Internacionais de estudo com respetivas atas.

Museu Metalúrgica Duarte Ferreira

Este é um museu que resulta do querer de uma população e da parceria entre a Câmara Municipal de Abrantes, a Junta de Freguesia de Tramagal e o Grupo Diorama (detentor do edifício do antigo Escritório Principal da fábrica onde está implantado o museu e também de grande parte do seu espólio). O Museu Metalúrgica Duarte Ferreira foi inaugurado a 1 de maio de 2017.


Trata-se de um projeto que envolveu grande parte da comunidade, através da doação de espólio, da partilha de estórias e da identificação do acervo. Tudo isto faz deste um museu de território, com base na Nova Museologia, que visa preservar a memória e o património – material e imaterial – legado pelo portento da metalurgia nacional do século XX que foi a Metalúrgica Duarte Ferreira. É, portanto, um museu ao serviço da comunidade, das pessoas, com as pessoas e para as pessoas. Pretende ser um instrumento de desenvolvimento local, com a ambição de preencher o vazio identitário deixado pela extinção deste complexo industrial, com vista ao estímulo do sentimento de pertença através da didática do património.

No dia 25 de maio de 2018, o Museu MDF recebeu o Prémio de Melhor Museu Português do Ano, atribuído pela APOM - Associação Portuguesa de Museologia, que teve a chancela do Sr. Presidente da República. Na cerimónia, que decorreu no Museu dos Coches em Lisboa, o Museu MDF recebeu ainda uma Menção Honrosa, na categoria de Investigação, atribuída ao livro “Metalúrgica Duarte Ferreira 1879-1997: Uma História em Constante Metamorfose”, autoria da jornalista Patrícia Fonseca.

Museu MDF | Ver vídeo

 

 
Horário de Funcionamento
De 4ª feira a domingo das 10:30-12:30 e 14:00-18:30
Encerra às segundas, terças e feriados


Visitas Orientadas e Serviços Educativos
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Contactos
Rua Comendador Eduardo Duarte Ferreira nº 116
2205-697 Tramagal
T. 968 504 601 / 241 330 100 (Tecla 6 + Opção 3)
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Coordenadas GPS: 39º27’34.1’’N 8º14’51.5’’W


 

Memorial "A Forja"

Memorial que mostra os utensílios utilizados na forja de Eduardo Duarte Ferreira, fazendo a reconstituição da oficina original do ferreiro que construiu o portento que foi a Metalúrgica Duarte Ferreira e que, por isso, foi agraciado com a Comenda da Ordem Civil de Mérito Agrícola e Industrial. O Memorial “A Forja” está localizado na Vila do Tramagal, junto ao Jardim de Infância João de Deus e foi inaugurado a 1 de maio de 1980.
 
Através das vidraças que protegem o espólio e permitem a sua observação, podemos apreciar utensílios usados pelo fundador da Metalúrgica, bem como exemplos de instrumentos da sua arte, em ferro forjado. O Memorial assume-se também como uma justa homenagem àqueles que contribuíram para o nascimento da Metalúrgica Duarte Ferreira. 


GPS: 39.27’22.15’’N / 8.14’58.57’’W



NÚCLEO ETNOGRÁFICO DE CASAIS DE REVELHOS

Núcleo etnográfico instalado na antiga escola primária de Casais de Revelhos, apresenta ao público alguns objetos do uso quotidiano das pessoas que viveram nesta aldeia, os quais retratam as atividades mais comuns das suas gentes. Da responsabilidade do Rancho Folclórico e Etnográfico de Casais de Revelhos, visa salvaguardar o Património Cultural Material e Imaterial da Cultura Tradicional da Região.


Visita mediante marcação para o email Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 
Contactos
Rua das Escolas (Edifício Condes Calhariz / Escola Velha)
Casais de Revelhos
2200-467 ABRANTES
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GPS: 39º29’55.18’’N 8.10’.46.38’’W


Ecomuseu de Bemposta

 Inaugurado em 2001 como Núcleo Museológico, foi transferido para as instalações da antiga Escola Primária, em 2014, onde foi reinaugurado como Ecomuseu. Tutelado pelo Grupo Folclórico e Etnográfico de Bemposta, pretende retratar os finais do séc. XIX e inícios do século XX. O acervo deste núcleo é composto por indumentária, estando representados trajes domingueiros (festa) e de ceifeiros, sendo que depois dentro destes, existem os representativos de famílias mais abastadas e famílias mais pobres. A nível de utensílios, salientam-se as alfaias agrícolas, utensílios de cozinha, balanças, medidas de madeira, bilhas de azeite…
 
O novo espaço onde se encontra, pretende denotar numa das salas, as diferentes atividades existentes na terra bem como muitos dos utensílios usados para as mesmas, enquanto na outra sala esta exposto um quarto antigo, bem como os trajes existentes na altura, está também representada a escola, pretendendo-se evidenciar a importância do ensino, bem como brinquedos de outros tempos. Existe ainda uma área reservada as lembranças e galhardetes oferecidos pelos locais por onde o Grupo Folclórico, liderado pela Presidente Marília Barreto Rebelo de Andrade Farinha, passou levando o bom nome e as tradições da Bemposta. Acesso gratuito, porém requer reserva prévia, através dos contatos do Grupo Folclórico e Etnográfico de Bemposta.


Contactos
Rua Dr. Manuel Rodrigues (Antiga Escola Primária)
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GPS: 39º21’17.73’’N 8.08’.29.53’’W


NÚCLEO MUSEOLÓGICO DO ROSSIO AO SUL DO TEJO

Este núcleo, situado na sacristia da Igreja de N.ª Sr.ª da Conceição, em Rossio ao Sul do Tejo, foi inaugurado em dezembro de 2002, nascendo da “sensibilidade e do prazer da descoberta dos 173 anos da Paróquia do Rossio”. A visita à Igreja pode ser feita todos os dias. No entanto, para visita mais personalizada e acesso ao Núcleo Museológico, deve ser contactado o Centro Paroquial.
 
Contactos
Centro Paroquial do Rossio
Largo da Igreja
2205-013 Rossio
T. 241 333 493
GPS: 39º26’49.41’’N 8.11’.22.43’’W



NÚCLEO MUSEOLÓGICO DO SOUTO

Este núcleo museológico resulta da ação de recolha levada a cabo pelo Sr. Manuel Batista Traquina, integrando a coleção particular deste cidadão especialmente interessado pela cultura popular e tradições da sua freguesia. Encontram-se representados neste núcleo, instalado na antiga Escola Primária do Souto, alguns objetos ligados ao quotidiano, nomeadamente os que eram usados no trabalho, e à sociabilidade, de meados do século XX, com destaque para a reconstituição da sala de aula de uma Escola Primária de meados do século XX. Estão ainda expostas as profissões tradicionais, a loja e a taberna de meados do século passado, bem como uma pequena vitrina em homenagem aos combatentes da 1.ª Guerra Mundial e Guerra Colonial.
 
Fazem-se visitas com agendamento prévio.


Contactos
T. 933 442 582
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GPS: 39°34'30.8"N 8°14'02.7"W



NÚCLEO MUSEOLÓGICO “O QUOTIDIANO DO POVO” - MOURISCAS

O núcleo museológico intitulado “O quotidiano do povo”, está instalado na sala museu localizada na Escola do 1º Ciclo de Mouriscas. As peças expostas foram utilizadas pelo povo da freguesia, no seu dia a dia, e traduzem certas formas de viver, até ao ano 2000.
Da responsabilidade do Grupo Etnográfico “Os Esparteiros” de Mouriscas, é visitável entre as 14h e as 17h30, de segunda a sexta feira, mediante marcação com o responsável, Raul Grilo.

 
Contactos
Escola do 1.º Ciclo de Mouriscas
T. 963 783 974
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GPS: 39.500574, -8.094426



SEDE DO GRUPO ETNOGRÁFICO “OS ESPARTEIROS” - MOURISCAS

Trata-se de uma coleção visitável, constituída por um conjunto de peças e objetos associados à espartaria e à produção ancestral em esparto que marcou a Freguesia de Mouriscas.
Da responsabilidade do Grupo Etnográfico “Os Esparteiros” de Mouriscas, localizada na sua sede, é visitável entre as 14:00 e as 17:30, de segunda a sexta feira, mediante marcação com o responsável, Raul Grilo.

 
 Contactos
Lugar do Casalão
Edifício Escolar de Engrenais Fundeiros
T. 963 783 974
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NÚCLEO MUSEOLÓGICO DA QUINTA DAS SENTIEIRAS

A funcionar desde 2013, num dos imóveis que tinha como ocupação um antigo estábulo, este núcleo reúne um espólio que retrata os ofícios e memórias da vivência desta Quinta. Tem em exposição alfaias agrícolas, como arado, separador de sementes, enfardadeira, cabaço, enxada sacho, charrua, arado, grade foice, forcado, ancinho, forquilha ou gadanha.
As visitas deverão ocorrer com agendamento prévio.

 
 Contactos
Quinta das Sentieiras
Sentieiras - Abrantes
T. 241 370 070 / 932 689 980 / 932 689 981 / 932 668 983
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W. http://www.quintadassentieiras.pt/museu_historia.html
GPS: 39º31’17.93’’ N / 8º11’47.77’’ W



NÚCLEO MUSEOLÓGICO BARBISCO – ALVEGA

Apesar de o proprietário o denominar “Museu Barbisco”, trata-se de uma coleção constituída por Raimundo Moutinho Covas, filho do fragateiro e pescador António Covas, do qual herdou o amor pelas atividades fluviais e memórias de um Tejo diferente. Do rio e do mar, Raimundo Covas, conhecido pela alcunha Barbisco, reuniu vários barcos e diversos objetos náuticos e instalou esta coleção na sua casa, em Alvega.
Para visitar este Núcleo Museológico privado deve contactar-se com o proprietário.



COLEÇÃO VISITÁVEL DA CAVALARIA PORTUGUESA

No Regimento de Apoio Militar de Emergência (RAME), instalado no Quartel Militar de Abrantes, é possível visitar a exposição permanente “Memórias e Perspetivas da Cavalaria Portuguesa”, focalizada na Arma de Cavalaria do Exército Português. Reproduz alguns momentos e acontecimentos mais significativos da história militar portuguesa em geral e da cavalaria em particular, com início na pré-história e término nas operações de paz internacionais. Os conteúdos organizam-se em treze capítulos, distribuídos no espaço e no tempo, segundo uma ordem cronológica que se inicia na pré-história e termina na participação da cavalaria portuguesa nas operações de paz internacionais.

Foi Salgueiro Maia quem iniciou a recolha do material existente nesta coleção.
 
Visitável todos os dias. Carece de marcação para visitas às sextas-feiras, fins de semana e feriados e para visitas guiadas.


Contactos
Regimento de Apoio Militar de Emergência (RAME)
Avenida de Aljubarrota – 2200-001 Abrantes
T. 241 330 518
E. Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
GPS:39.464824N / 8.215933W


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