Alojamento Local

A Associação de Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), em parceria com a Câmara Municipal de Abrantes e a Universidade de Aveiro, organizou no dia 06 de fevereiro de 2018 um workshop sobre os desafios do alojamento local. A sessão realizou-se no Parque Tejo, no Rossio ao Sul do Tejo, e contou com grande adesão de público, entre representantes de várias entidades locais e regionais que trabalham no âmbito do turismo, empresários e pessoas interessadas neste setor da economia que mais do que quadruplicou nos últimos três anos, por via do bom desempenho do turismo nacional.

Na sessão de abertura, a presidente da Câmara, Maria do Céu Albuquerque, deu as boas vindas aos participantes, cumprimentando em particular os empresários do concelho que estão a apostar nesta área de atração do turismo “essencial para criar condições de oferta qualificada de alojamento”, a par da oferta hoteleira, nos territórios de baixa densidade, aproveitando também, no caso do concelho de Abrantes, os incentivos municipais, no âmbito da regeneração urbana.

Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal, salientou que o alojamento local é “um modelo de negócio em crescimento e com vantagem competitiva”. Nesse âmbito, referiu que o Turismo Centro está a trabalhar com vários parceiros, entre os quais as Câmaras municipais, em pacotes turísticos integrados no sentido de atrair turistas a uma região alternativa aos grandes centros urbanos de Lisboa e do Porto. “Um destino a qualificar-se e a modernizar-se”, evidenciou Pedro Machado que sublinhou o crescimento da atividade turística na região centro. Crescimento superior à média nacional. Aludiu também ao crescimento do nº de turistas na região do Médio Tejo: 2014, 800 mil turistas; 2015, 935 mil; 2016, 1 Milhão e 305 mil.

A AHRESP apresentou também dados que evidenciam o crescimento do alojamento local na região do Médio Tejo. Entre 2016 e 2017, teve um crescimento na ordem dos 100,6%
No concelho de Abrantes, o nº de estabelecimentos de alojamento local registados em à data de hoje são de 24 unidade, de acordo com o RNAL - Registo Nacional do Alojamento Local. Segundo a AHRESP, entre 2016 e 2017, verificou-se um crescimento na ordem dos 33%.


Poluição Tejo – Comunicado

A APA – Agência Portuguesa do Ambiente divulgou no dia 05 de fevereiro de 2018 o resultado de algumas análises realizadas no dia 25 de janeiro a unidades industriais e ETAR’s, em vários concelhos da linha do Tejo.

Relativamente às inspeções realizadas no território de Abrantes, os resultados dão conta de incumprimento de parâmetros ocorridos na ETAR da Fonte Quente, em relação aos níveis de carência bioquímica e química de oxigénio e de sólidos suspensos totais. Contudo, Nuno Banza, Inspetor Geral do Ambiente, referiu que: “não consideramos estes incumprimentos expressivos, uma vez que esta ETAR apenas contribui com 5% da carga orgânica despejada no Tejo”. Há, portanto, outras entidades que contribuem com 95% da carga orgânica despejada no Tejo, que não as infraestruturas públicas instaladas no território de Abrantes.

Sobre os dados revelados, a Câmara Municipal de Abrantes (CMA) manifesta o seguinte:
Congratulamo-nos com as diligencias dos serviços do ministério do ambiente com vista a apurar responsabilidades sobre o cenário devastador de poluição no Rio Tejo e sobre o qual por diversas vezes já nos pronunciamos e tomamos posição;
A CMA, enquanto entidade responsável pela concessão deste serviço, solicitou à entidade concessionária, a Abrantáqua, esclarecimentos sobre a situação aludida e exige que proceda às devidas correções e que tome todas as iniciativas no sentido de evitar situações de incumprimento;
Abrantes assume as suas responsabilidades, sendo disso exemplo o investimento que tem feito ao longo dos últimos anos em matéria de recolha de tratamento de águas residuais, com uma cobertura de 93%. Recentemente foi feito investimento com a instalação de tratamento terciário em 3 ETAR´s;
A CMA refuta que uma situação de caracter pontual seja apontada como estando na origem do manto de espuma no rio, ocorrido nas últimas semanas. Não há descargas de ETAR´s urbanas capazes de provocar o que se tem assistido no Rio Tejo, nomeadamente no território de Abrantes, bem como a montante de Abrantes com episódios constantes de espuma.

Repetimos: congratulamo-nos com as iniciativas desenvolvidas e sobre as quais estamos na expetativa que venham a apresentar respostas cabais para o esclarecimento definito da situação.
Este é um problema que não é apenas do território de Abrantes.
É um problema nacional que urge respostas urgentes, sob pena de perdermos um grande ativo nacional que é o rio Tejo.


Tempo frio - Aviso à população

A Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) avisa a população que no seguimento do contacto com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) e de acordo com a informação meteorológica, salienta-se para os próximos 3 dias:
// Diminuição da temperatura mínima, com valores situar-se entre -4 e 2 º C nas regiões do interior norte e centro e entre 0 e 4 º C nas regiões do sul e do litoral norte e centro.
// Vento a soprar forte do quadrante norte, no litoral e nas terras altas, com rajadas até 70 km/h.
// Formação de gelo ou geada nas regiões do norte e do centro.


Face à situação acima descrita, pode verificar-se:
- Intoxicação por inalação de gases devido a inadequada ventilação de habitações com recurso a lareiras e braseiras;
- Incêndio em habitações em resultado da má utilização de lareiras e braseiras ou de avarias elétricas;
- Formação de gelo em troços de estradas com ensombramento permanente;


A ANPC recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado através da adoção de medidas de autoproteção e comportamentos adequados como os que se seguem:
- Evitar exposição prolongada ao frio e às mudanças bruscas de temperatura;
- Envergar várias camadas de roupa, folgada e adaptada à temperatura ambiente;
- Proteger as extremidades do corpo com gorro, cachecol, luvas e meias quentes;
- Ingerir sopas e bebidas quentes e evitar o consumo de álcool;
- Envergar vestuário adequado por parte de trabalhadores que exerçam atividades ao ar livre e evitar que exerçam esforços excessivos durante as tarefas que realizem;
- Tomar especial atenção aos aquecimentos com combustão (braseiras e lareiras), os quais podem causar intoxicação e conduzir à morte devido à acumulação de monóxido de carbono;
- Assegurar a adequada ventilação das habitações;
- Evitar o uso de dispositivos de aquecimento antes de dormir, cuidando de os desligar da corrente antes de deitar;
-Adotar uma condução defensiva e ter especial atenção aos locais da estrada suscetíveis de formação de gelo;
- Atender aos familiares e vizinhos que possam necessitar de auxílio e apoio, nomeadamente pessoas mais idosas e em condições de maior isolamento;
- Dedicar especial atenção aos grupos da população mais vulneráveis, como as crianças, idosos e as pessoas portadoras de patologias crónicas, bem como os sem-abrigo;
- Estar atento às informações da meteorologia e aos conselhos e recomendações da Proteção Civil e Forças de Segurança.
Acompanhe as previsões meteorológicas em www.ipma.pt
Conheça as recomendações da Direção-Geral da Saúde sobre os cuidados a ter durante o tempo frio e seco (www.dgs.pt)


Neste sítio são utilizados cookies de forma a melhorar o desenpenho e a experiência do utilizador. Ao navegar no nosso sítio estará a concordar com a sua utilização. Para saber mais sobre cookies, consulte a nossa politica de privacidade.