Prejuízos do mau tempo

Os prejuízos causados pelo mau tempo (depressão meteorológica Elsa), na semana de 16 a 20 de dezembro, estimam-se em um milhão e cem mil euros, anunciou hoje o presidente da Câmara durante a reunião quinzenal do Executivo.
Manuel Jorge Valamatos adiantou que o resultado do primeiro levantamento realizado pelas equipas técnicas da Câmara foi remetido à Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT), entidade que está a elencar os prejuízos junto de cada um dos 13 municípios que a integram para que, na base da concertação também com a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), a região esteja posicionada para eventual enquadramento de medidas de apoio do governo central que possam surgir para minorar os prejuízos causados.
O Presidente esclareceu que o levantamento em causa reporta-se a danos estruturais em infraestruturas municipais. A estimativa não inclui, entre outras, situações de derrocadas, danos em passeios - situações que os serviços municipais estão a repor por administração direta - ou problemas nas condutas de abastecimento de água que, sendo situações urgentes, os Serviços Municipalizados procederam ao restabelecimento dos mesmos, pelo que o apuramento dos prejuízos poderá ultrapassar a verba indicada.
Os estragos fizeram-se sentir com maior intensidade nas freguesias de Aldeia do Mato e Souto, Rio de Moinhos, Martinchel, Abrantes e Alferrarede (Abrançalha e Sentieiras).
Transbordo do leito de ribeiras provocando destruição de margens, valetas, arruamentos e condutas de água e danificação de muros de suporte; destruição de pontões e passagens hidráulicas; destruição de parte do talude em aterro, transbordo do leito da linha de água, com inundação do parque de merendas da praia fluvial de Aldeia do Mato são alguns dos estragos identificados como sendo de maior gravidade.
Manuel Jorge Valamatos disse esperar que o governo central disponibilize apoios específicos para estes prejuízos em infraestruturas por se tratarem de valores muito elevados que é um valor incomportável para as Câmaras.


Feira de S. Matias

A Câmara Municipal de Abrantes, anuncia, que após auscultação dos feirantes e dos Abrantinos, decidiu manter em definitivo em Rossio ao Sul do Tejo a Feira de S. Matias. A edição de 2020 decorre de 14 de fevereiro a 8 de março e está repleta de animação.
Para Manuel Jorge Valamatos, Presidente da Câmara Municipal de Abrantes, “neste quase um ano de mandato tenho juntamente com a minha equipa procurado ouvir sempre os Abrantinos e as demais entidades ligadas ao passado, presente e futuro do município. Tendo se realizado visitas ao Vale da Fontinha com os feirantes, foi-nos manifestado que, por diferentes fatores, não era o local mais propício e que era preferencial manter a feira no Aquapolis Sul.
Paralelamente foram também ouvidos os feirantes do mercado semanal que demonstraram a preocupação por durante a Feira não poderem exercer a sua atividade.
Solicitaram assim, que a realização da feira de S. Matias se mantivesse no Rossio, permitindo que o mercado semanal se realize durante os doze meses do ano.
Juntando a estas opiniões, os acessos facilitados e uma localização privilegiada que proporciona a todos os visitantes uma experiência única em Abrantes, decidimos ter este local como o definitivo”.
O Vale da Fontinha, para onde estava prevista a transição do certame, manterá o seu objetivo inicial de funcionar como bolsa de estacionamento com mais de 300 lugares e parque de feiras e eventos. Passa a receber desde já a Feira Retalhista vulgo Mercado Semanal e a Feira Grossista todas as segundas-feiras do mês, assim como a sua abertura passa a poder receber associações e empresas locais que queiram aí desenvolver atividades, bastando para tal dirigir-se à Câmara Municipal.
A Feira de S. Matias volta a estar preenchida de carrosséis e outros divertimentos, espaços com jogos eletrónicos, barracas de quinquilharia, exposição e venda de viaturas e de alfaias agrícolas, bares, roulottes de farturas, pipocas e algodão doce.

Recenseamento Agrícola 2019/2020

De acordo com informação do INE – Instituto Nacional de Estatística, informa-se que até maio de 2020 está a decorrer o recenseamento agrícola em todo o território nacional, pelo que apela a toda a população agrícola para colaborar. Trata-se de um inquérito que será realizado por pessoas credenciadas pelo INE e é de carácter obrigatório. As respostas são confidenciais.
O Recenseamento Agrícola é um importante instrumento para a caracterização da agricultura do País, das estruturas e sistemas de produção, da população rural e dos modos de produção agrícola. Constitui um instrumento essencial para o conhecimento da agricultura portuguesa, para a quantificação do seu contributo para a economia nacional, para a definição das políticas públicas e para a tomada de decisão no domínio privado deste setor. Assume-se, além disso, como a única fonte exaustiva de informação sobre o setor agrícola, pois recolhe dados sobre todas as explorações agrícolas nacionais, proporcionando resultados a níveis geográficos muito detalhados como a freguesia ou o município.
Para esclarecimentos, contacte o Instituto Nacional de Estatística, através do telefone 800 10 2019 ou do email Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Neste sítio são utilizados cookies de forma a melhorar o desenpenho e a experiência do utilizador. Ao navegar no nosso sítio estará a concordar com a sua utilização. Para saber mais sobre cookies, consulte a nossa politica de privacidade.